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“Me internar foi a melhor coisa que eu fiz na vida”, diz Vanusa
Jovem Guarda
Sex, 07 de Dezembro de 2012 15:07



Debaixo da franja lisa e loira, Vanusa tem muita história pra contar - de um mundo nem tão distante assim. Ídolo nos tempos da Jovem Guarda, ela foi uma das cantoras mais populares do Brasil na época em que as paradas de sucesso eram habitadas pelo rei Roberto Carlos, o Tremendão Erasmo Carlos e a Ternurinha Wanderléa . Gravou 23 discos e vendeu sozinha 1 milhão de cópias.

Quem pegou o bonde andando tem a impressão de que Vanusa ficou famosa em 8 de março de 2009, dia em que ela errou a letra do Hino Nacional na Assembleia Legislativa de São Paulo, e que em 30 de novembro de 2011 teve outro “branco”, dessa vez cantando uma música de seu próprio repertório desde os anos 70, aquela que diz “Era um garoto, que como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones”.

Os dois episódios, conta ela, foram motivados pela mistura de pílulas para emagrecer com doses (pequenas) de uísque. O remédio potencializa o efeito da bebida, e ela teve de se internar numa clínica de reabilitação para desintoxicar e controlar a depressão. “Passei um ano tomando remédio para emagrecer, que era a pílula da felicidade. Só depois descobri que viciava”, diz ela, entre uma tragada e outra do cigarro que ainda não abandonou. Vanusa não bebe mais. Ela tomou um suco de abacaxi para acompanhar o salmão – seu prato favorito – que pediu durante a conversa com o iG Gente em um restaurante de São Paulo.

Se eu pedir para você cantar um trecho do Hino agora, você canta?
O pessoal do ‘Pânico’ quis tirar uma com a minha cara um dia desses e pediu para eu cantar o hino, então falei para eles cantarem antes. O Carioca começou e logo eu tive que pará-lo para corrigir. Ele não sabia nada. O hino nacional foi a gota d´água para eu decidir me internar. Desde 2003 eu entrava e saía da depressão, cada vez mais forte. Quando aconteceu o episódio do hino eu estava em crise existencial total, na situação de ou eu me interno ou eu me mato. Hoje, olho para minha vida e vejo quanta contradição havia. Não queria mais cantar, mas o que eu mais gostava de fazer era cantar. Eu não tinha ideia de que tinha que parar e revisar a minha vida. Com a internação, aprendi a viver o aqui e o agora. Posso viver o presente bem para o futuro ser bom.

Veja a íntegra:
www.midianews.com.br


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